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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

KWANZAA – OS SETE HOMENAGEADOS DA COMUNIDADE PRETA - A MELHOR KWANZAA DOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS


Por Aidan Foluke, membro da COPATZION, Tesoureira do CNNC/BA e Acadêmica de Enfermagem.
E-mail: vanessasoares13@hotmail.com
Skype: aidanfoluke

O Local da Kwanzaa foi modificado. Nos últimos dois anos a nossa festa fora realizada no CDCN (Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra) e esse ano a petição não foi deferida, dessa forma contamos com a solidariedade do nosso irmão Prof. Jorge Conceição, responsável pelo Museu do Objeto Imaginário, o qual todos nós agradecemos imensamente pelo espaço concedido e pela valiosa contribuição durante a Kwanzaa.
Os troféus entregados foram feitos pelo magnífico artista plástico preto Juninho, conhecido como Élson de Souza ou Gigante Negro, que participa constantemente dos eventos da nossa comunidade.
Élson de Souza e as Homenageadas

Dos escolhidos para receber o Troféu Kwanzaa somente não esteve presente o poeta e militante preto Hamilton Walê, pois viajou ao sul do Brasil com a família e infelizmente não teve condições de mudar a data do vôo, agendado antes do convite para a homenagem. O troféu de Hamilton está guardado para ser entregue em mãos na primeira oportunidade.
Homenageados - Da esquerda para a direita: Prof. Jorge Conceição, Makota Valdina Pinto, Profa. Dra. Ana Célia, Dra. Luiza Bairros, Dr. Silvio Humberto e o seu filho, Prof. Ademario Brito.

Dra. Ana Célia - UMOJA – Significa unidade, e representa manutenção da unidade na família, na comunidade, na nação e na raça.
A Profa. Dra. Ana Célia foi uma das primeiras a pesquisar acerca do racismo nos livros didáticos e publicou livros sobre esta temática, além da vida acadêmica como profª do mestrado da UNEB (Universidade Estadual da Bahia), continua a luta de militância pelo seu povo há décadas iniciada antes da sua valiosa contribuição a vida acadêmica. É uma doce pessoa que sempre nos traz alegrias e ensina que devemos continuar firmes na unidade da família e da comunidade. O troféu foi entregue por Walter Passos (Kefing Foluke) que emocionado reafirmou a admiração por Ana Célia por tantos anos de luta e amor pelo povo preto.


Dra. Luiza Bairros - KUJICHAGULIA – Significa Autodeterminação, representa os valores de determinação que o povo preto deve apresentar para resolver as questões que nos afligem.

Há mais de 30 anos, Drª. Luiza Bairros tem dedicado sua vida a luta do nosso povo preto com garra, amor e determinação. Cabe reafirmar que nossa organização não a homenageou por ser Secretária do Governo Estadual, mas sim, por seu histórico de militância, ao continuar sempre a Luiza da militância do MNU, das passeatas, das lutas por nosso povo. O troféu foi entregue por Manana que ficou muito emocionada, afirmando faltar palavras ao prazer de entregá-lo a grande amiga e militante. Foi um momento de grande emoção.
Poeta Hamilton Walê - UJIMA – Significa Trabalho Coletivo e Responsabilidade, Construção conjunta e manutenção da nossa comunidade unida para fazer nossos problemas da irmã e dos irmãos nossos problemas e para resolvê-los junto.
O Poeta Hamilton Walê atua principalmente na defesa do povo preto contra a força repressora do Estado. Militante importantíssimo oportunizou que representantes do CNNC e da COPATZION divulgassem o verdadeiro YAH e Yahoshua dentro do seu trabalho com penitenciários em Salvador. Foi um dos poucos militantes pretos que apóiam a nossas atividades desde inicio da nossa caminhada.

Poema Strong Hands of Mother Africa - J. Joy “Sistah Joy” Matthews Alford



Dr. Silvio Humberto - UJAMAA – Significa Economia cooperativa, para construir e manter nossas próprias lojas, supermercados e outros negócios e para comercializar junto com nossos irmãos e irmãs pretas.
Dr. Silvio Humberto, que esteve presente com seus lindos filhos, é um marketing na economia cooperativa do povo preto, com Instituto Cultural Steve Biko, o qual através da educação resgata os valores ancestrais auxiliando nossa juventude a entrada na Universidade e a um avanço técnico-intelectual.

Prof. Ademario Brito - NIA – Significa Finalidade, almeja a construção do coletivo e tornar-se de nossa comunidade a fim restaurar nossos povos a sua grandeza outrora tradicional.
O Griot Ademario Ashanti, o “Tio Ademario”, carinhosamente chamado pelos hebreus e hebréias mais novos, é um afrocentrista e pan-africanista, defensor da história das civilizações pretas que povoaram o planeta e nos repassa pacientemente todo esse conhecimento. Nos últimos anos tem dedicado a sua vida em divulgar a verdade do povo hebreu, o remanescente da Nação de Yah nas Américas. Entre outros estudos é um especialista na cultura Rastafári e suas influências de hebraísmos e músicas relacionadas com os escritos sagrados.

Prof. Jorge Conceição - KUUMBA – Significa Criatividade, tem por objetivo fazer sempre quanto nós pensemos ser necessário, a nossa maneira, a fim deixar nossa comunidade mais bela e benéfica do que quando nós a herdamos, sempre buscando a melhoria do povo preto.
O homenageado foi o prof. Jorge Conceição que se dedica ao povo preto através da defesa da alimentação saudável e equilibrada. Enfrenta às forças da morte que através da mudança dos hábitos alimentares tem continuado a escravizar e matar o nosso povo. O Prof. Jorge Conceição é também um geógrafo que há anos ensina História e Geografia da África, trabalhando com cartografia e o primeiro no Brasil a trabalhar seriamente a geografia africana. O Prof. Jorge é um símbolo de amorosidade, compreensão e luta. Publicou diversos livros infantis, como o Boi Multicor e recentemente lançando um livro sobre Capoeira Angola. Aidan ficou muito feliz em poder entregar ao “Tio Jorge” o Troféu Kuumba por considerá-lo um dos maiores intelectuais pretos do nosso país.
Da Esquerda para Direita: Kefing Foluke, Veronica, Prof Jorge Conceição e Fabíola.

Makota Valdina Pinto - IMANI – Significa Fé, para acreditar com nossos corações em nosso povo preto, nossos pais, nossos professores, nossos líderes e a vitória de nosso esforço.
Cresci ouvindo o nome da Makota Valdina como grande amiga do meu pai, e ele disse que ao conhecê-la a chamasse de tia em sinal de respeito e consideração. Assim o fiz juntamente com o meu irmão.
A Makota Valdina é um símbolo de resistência, amor, solidariedade, respeito pelo seu povo, tem sido convidada para proferir palestras no Brasil e no exterior pelo seu conhecimento vivencial de praticamente do candomblé e estudos sobre a cultura bantu. Hoje, a Makota Valdina é referência independente de nação religiosa porque é uma representatividade de todos e todas na defesa do povo preto em todas as suas expressões.
A Kwanzaa teve início com os irmãos Bete e Akil dando boas-vindas a todas e todos os presentes, foram momentos de grande descontração, reencontros e profundos estudos realizados pelo Griot Ademario Ashanti, um dos primeiros pretos na Bahia juntamente com Kefing Foluke ser reconhecerem pertencentes ao povo hebreu. O homenageado palestrou sobre o Rastafarianismo e a Bíblia nos trazendo belíssimas informações de tantos anos de estudos e sabedoria. Logo após Kefing Foluke apresentou slides e falou dos Hebreu-Israelitas com provas bíblicas, arqueológicas e históricas de que os verdadeiros hebreus são pessoas pretas e os remanescentes vieram prisioneiras de guerra na escravidão para as Américas.
Akil com irmã Bete e Fabíola

Em seguida Prof. Jorge Conceição falou de suas e experiências nas décadas de lutas e estudos realizados para a importância da alimentação vegan como o caminho da desconstrução imposta pelos colonizadores aos africanos escravizados.
Os irmãos Aidan e Simba Foluke, continuaram a apresentação falando da importância da Kwanzaa, da família preta e ancestralidade em sentido lato. Ocorrendo a entrega dos troféus às personalidades pretas e a celebração da Kwanzaa.

Kwanzaa - Festa da Família Africana


A presença dos jovens foi marcante nesta IIIª Kwanzaa que trouxeram a alegria e participaram ativamente das palestras e tiveram oportunidade de conhecer um pouco da filosofia dos hebreu-israelitas:

Simba Foluke com as acadêmicas de Geografia: Paula (esquerda) e Tícia (direita).

O momento de confraternização foi maravilhoso onde todas e todos puderam saborear a alimentação vegan e os deliciosos sucos de melancia e jaca com água de coco, preparados carinhosamente por Verônica e a haitiana Fabíola.Muitos irmãos sempre participam de todos os encontros de nossa organização, entre eles o sociólogo e militante da UNEGRO Valdir Estrela, ao qual agradecemos a constante solidariedade e presença.Como a reflexão da kwanzaa 2009 foi à família preta e ancestralidade não poderia falta à presença de famílias especiais, como as de Beto e Alexandre. Na foto uma parte da Grande Família Preta:Esta foi a nossa IIIª Kwanzaa e foi considerada por nós como a melhor delas. Agradecemos ao esforço de todas e todos que prepararam e participaram desse grande evento da família preta.
Maurinho o Hebreu, Irmã Bete e Simba Foluke.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

COMEMORAÇÃO DA KWANZAA

Por Vanessa Passos. Membro do CNNC/BA - Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos/BA, membro do Grupo Agar -Grupo de Mulheres Pretas Cristãs e membro da COPATZION . Pseudônimo: Aidan Foluke. E-mail: vanessasoares13@hotmail.com

A nossa festa da Kwanza foi maravilhosa, com a presença de toda a família Foluke, do CNNC/BA (Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos da Bahia) e membros da COPATZION (Comunidade Panafricanista de Tzion).

O trabalho para a organização da Kwanzaa foi prazeroso e o irmão Thembi foi as compras das frutas e de outros materias necessários com Aidan, Aswad, Ambolike e Manana. O irmão Thembi foi um dos principais organizadores da celebração, e agradecemos também a irmã Makini e a irmã Kalil e todas e todos que ajudaram a organizar o evento.

Estiveram presentes mais de 50 irmãs e irmãos pretos, entre os convidados o professor de história Jaldemir, o estudante de psicologia Elder Varjão da UFBA, o militante preto Djalma, o sociólogo Valdir Estrela que acompanha todos os eventos do CNNC/BA, a irmã Maura Cristina, a irmã Verônica entre outros.
O nosso especial agradecimento a irmã Jussara do Aspiral do Reggae que conseguiu o espaço do CDCN e sempre nos atende com uma maneira especial e carinhosa. Agradecemos a presença das famílias dos irmãos Beto, do irmão Alexandre da irmã Tereza, do teólogo Osvaldo, da irmã Rose e suas maravilhosas filhas. A presença das crianças nos trouxe alegria e alegria, sem crianças não há esperança e continuidade na luta do nosso povo.
Foram momentos de intensa confraternização onde podemos dançar, cantar, trocar experiências e renovar os votos de um ano de 2009 de continuidade da luta e amor ao nosso povo. O Pastor da COPTAZION Fredson Oliveira esteve presente e nos trouxe uma palavra inspirada de continuidade da luta como o povo escolhido de Yeshua, e sobre as mentiras das comemorações do Natal com o Papai Noel Branco e o grande consumismo dessa festa.
Não podemos esquecer a Irmã Bete e os Irmãos Dal, Beto e Alexandre pelo bolo com o mapa da África muito criativo, belo e gostoso. A todas e todos que participaram da Kwanzaa os agradecimentos da Família Fuloke, do CNNC/BA e da COPATZION.

Vejas as outras fotos da Kwanzaa no orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=10464817996003069858&aid=1230277801

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

KWANZAA E OS SETE PRINCÍPIOS: REPARANDO E RENOVANDO O MUNDO.


Por: Ulisses Passos. Acadêmico de Direito, PanAfricanista, Presidente do CNNC/BA e membro da COPATZION. Pseudônimo: Aswad Simba Foluke. E-mail: ulisses_soares@hotmail.com

A princípio, a Kwanza era uma festa comemorada no continente africano na tradição dos povos pretos de reservar determinada época para festejar a fartura da agricultura, e juntos cantar, dançar, comer, beber e comemorar a colheita das primeiras frutas e vegetais. Traziam os primeiros frutos da terra, destes faziam iguarias, e celebravam uma festa.

Baseada no Kinara, que são os setes princípios, a Kwanzaa reúne durante sete dias milhões de descendentes de africanos, celebrando um só povo, uma só luta, um só destino. Cantando e festejando, não mais a colheita, e sim, a sua africanidade e sua união como povo preto. Clique aqui e conheça mais detalhes sobre a Kwanzaa.

Concentremo-nos na temática do ano de 2008, celebrada por milhões de pretos e pretas ao redor do planeta: REPARANDO E RENOVANDO O MUNDO.

Hoje, milhões de pessoas pretas no mundo estão quase que integralmente distantes da africanidade, elas estão integradas e bem estruturadas no modelo de vida branco, ditado pelos costumes do povo branco-europeu ou de seus descendentes. O modelo de igualdade adquiriu sentido viciado, corrompido, em que a igualdade consiste tão somente na total integração e submissão a esse modelo branco predominante.


A escravidão, a invasão do continente-mãe e neo-colonização, transformaram para sempre a história dos africanos e de seus filhos seqüestrados, introduziram em ambos o caos de identidade, o caos espiritual e a aceitação ao modelo racista, machista, escravista, que enraizaram dentro de nós parte dos nossos opressores. Esses fatores demonstram a urgência da necessidade do povo preto no mundo de liberta-se das algemas da escravidão mental, libertar-se do modelo branco imposto e intrínseco nas nossas vidas e buscar outro modelo que nos atenda verdadeiramente e que seja nosso. Mas qual modelo será este? A africanidade é nossa resposta.

A Kwanzaa vem trazer por mensagem uma proposta de reestruturação da africanidade e mais do que isso, motivar a união das pessoas pretas no mundo a celebrá-la. Celebrar faz parte da essência do povo original, unirmo-nos com nossos iguais para celebrar aquilo que nos une é expressar nossa felicidade. E celebra a africanidade é exaltar nossa essência, nossa origem, o que realmente nos une enquanto povo.

A temática desse ano visa apresentar a nós descendentes de africanos a necessidade urgente de reparar e renovar nosso mundo. Não se refere a reparar o sistema criado pelos brancos: os erros causados pelo sistema opressor capitalista e suas desigualdades, ou renovar o planeta com ideais ambientais, igualitários étnicos ou pacíficos.

Para entender o que é de fato Reparar e Renovar o mundo devemos nos ater aos fundamentos da celebração da Kwanzaa: Família Preta, Comunidade Preta e a Cultura Africana. Essa transformação, palavra que pode englobar reparar e renovar, refere-se aos ideais da nossa vida, hoje antagônicos e distantes da nossa história, e como deve ser nossa relação diante dos demais descendentes de africanos e o nosso opressor. A festa da Kwanzaa é uma festa de africanos e seus descendentes para nós mesmos, com nosso próprio mundo, nossas necessidades, nossos desejos, nossa africanidade.

Renovar é um aspecto que depende unicamente de nós mesmos, e este ano a celebração da Kwanzaa vem trazer para nós esse significado. Nos dizeres de Marcus Garvey acerca de nós mesmos:

“Pelos últimos quatrocentos anos, o negro tem estado na posição de ser comandado, da mesma maneira que os animais irracionais são controlados. Nossa raça tem estado sem uma vontade, sem propósito próprio, durante todo esse tempo. Por causa disso, nós desenvolvemos poucos homens capazes de entender o ardor da era que vivemos. Onde podemos encontrar nesta nossa raça homens verdadeiros? Homens de caráter, homens com determinação, homens confiantes, homens de fé, homens que realmente conhecem a si mesmos? Eu tenho me deparado com tantos fracos que se consideram líderes e que, ao examinar, descobri que eles não são nada além de escravos de uma classe mais nobre. Eles executam a vontade de seus senhores, sem questionar.”

A festa da Kwanzaa é uma manifestação panafricanista. Reparando o mundo é uma mensagem de reconstrução da nossa identidade que fora mitigada durante esses 400 anos. A temática vem nos fazer refletir que a nossa por integração nesse sistema branco, a luta por políticas públicas, por ações integralistas e políticas afirmativas, nos fez esquecer que somos comunidade africana, somos estrangeiros nesse continente e não devemos cobrar de um Estado que não fora construído para o homem e mulher preta, um Estado racista e escravista historicamente, um Estado que apóia o extermínio da Juventude Preta e nada efetivamente faz contra isso, não podemos entregar a ele as resoluções das nossas questões, porque esse Estado nunca nos dará o que precisamos, seremos sempre escravos, servos e animais irracionais.

Renovar a nossa família é instituir o modelo de família Preta, unicamente Preta, na nossa sociedade, nos dizeres de Thembi Sekou Okwui:

“A reconstrução da nação preta, do povo preto, começa com a unificação sentimental. O renascimento africano está condicionado ao renascimento da família preta. A nossa reconstrução familiar é a base fundamental para fazer surgir uma nova raça, um novo povo.”

Reparando dentro desse modelo de família preta, as ações dos opressores em nossas mentes, dizimando aquilo que impede nossa comunidade de construir uma verdadeira família preta: machismo, a violência contra a mulher preta, as drogas, o feminismo branco-europeu adotado por milhares de militantes negras que preferem construir o mundo baseado no gênero feminino, a construí-lo em família preta, o aborto maior tentativa de genocídio declarado do nosso povo. Para Renovar e Reparar nosso mundo, o núcleo familiar preto deve ser instituído na nossa reconstrução de sociedade africana.

Os sete dias de celebração da Kwanzaa serão de fundamental importância para essa nossa transformação. Celebrar a Kwanzaa é celebrar nossa africanidade e nenhumas dessas práticas são africanas. São em verdade, praticas demoníacas construídas pelo homem e mulher branca para destruir nosso continente-mãe e seus filhos.

Por fim, vamos todos celebrar a Kwanzaa juntamente com milhões de Pretos e Pretas ao redor do mundo, festejar nossa africanidade, e praticar a temática a partir de hoje: REPARANDO E RENOVANDO O NOSSO MUNDO.

O CNNC irá celebrar a sua segunda Kwanzaa este ano no dia 25 de dezembro às 16:h com a participação da COPATZION e caso você se enquadre nesses princípios e fundamentos, e queria de fato celebrar a africanidade conosco, entre em contato através do e-mail cristaosnegros@yahoo.com.br

A Kwanzaa Celebration '08


PRETAS POESIAS

PRETAS POESIAS
Poemas de amor ao povo preto: https://www.facebook.com/PretasPoesias