Pan-africanista, Afrocentrado

Timbuktu foi o maior centro universitário mundial durante séculos, dando continuidade aos conhecimentos espalhados por toda a África em épocas anteriores.
Timbuktu é conhecida como a “cidade santa”, a “misteriosa”, a “inacessível”, a “cidade do ouro” está situada no nordeste do atual Mali, ao sul do imenso deserto do Saara (maior inclusive do que o Brasil) e um pouco afastada da margem esquerda do rio Níger. Foi um dos maiores centros comerciais da história africana da rota do sal e outras mercadorias. Em Timbuktu trocava-se ouro por sal, que era escasso naquela região.

Durante o período do seu reinado, houve um crescimento do nível avançado de vida urbana nos grandes centros do Mali, especialmente em comparação com o relativo atraso da Europa. Fazendo do Mali um dos principais centros mundiais de conhecimento, estrutura urbana e riquezas.O Imperador Mansa Musa também foi conhecido por sua peregrinação a Meca, aonde constituiu uma caravana com mais de seis mil pessoas, incluindo mais de cem camelos carregados com mais de 300 kg de ouro cada.
Acreditam os estudiosos que há 1.500,000, 00
(hum milhão e meio) de manuscritos em Timbuktu, em que apenas 10% foram restaurados (cento e cinqüenta mil). A maioria destes documentos está em poder de famílias e estão enterradas do deserto, como um bem mais precioso do que o ouro. Nos manuscritos encontram-se atas jurídicas referente à vida dos hebreus (erroneamente chamados de judeus) e de renegados cristãos, assim como estudos de gramática, teologia, astronomia, música, botânica, direito, ciências, comercio, matemática, geografia, história, química, medicina, Economia, Política, entre outros.
conteúdo de álgebra ensinado em Timbkutu no século XVI, é hoje estudado no segundo ano daquela graduação nas Universidades Francesas.Considerados como um maná científico inédito, esses manuscritos contradizem o mito da oralidade africana sustentado por intelectuais, como o falecido Hamadou Hampâté Bâ.
A escrita foi parte ativa de eminentes civilizações africanas como Kemet e ainda a indecifrável escrita kushita, uma das mais antigas da história humana; nossa escrita é erroneamente considerada ocidental e branca, pois foi copiada pelos gregos (mestres da cópia e apropriação de conhecimentos) da população preta fenícia.
Obras raríssimas, escritas em língua árabe, por vezes no idioma fula (peul), e em grego por eruditos originários do antigo império do Mali, são considerados um dos mais preciosos escritos da história mundial e se forem traduzidos mudarão a história da África e do planeta.
Ahmed Baba
Ahmed Baba, também conhecido como o “Sudanês o preto”,
foi um dos mais importantes doutores em Timbuktu. Foi o último chanceler da Universidade de Sankoré. Ele foi um dos maiores estudiosos Africanos da final do século XVI. Sua vida é um brilhante exemplo de como a variedade e a profundidade do Oeste Africano a atividade intelectual antes da época colonial, escreveu mais de 40 livros: quase todos os livros tinham temas diferentes. Ele estava em Timbuktu, quando foi invadida pelos marroquinos em 1592, e ele foi um dos primeiros cidadãos a protestar contra ocupação de sua amada cidade. Durante a sua expatriação, sua coleção de 1.600 livros, uma das mais ricas bibliotecas do seu dia, estava perdida. E a única biblioteca pública em Timbuktu atualmente, o Instituto Ahmed Baba (que armazena mais de 18 000 manuscritos) é nomeado em sua homenagem.As dez tribos que formaram o reino de Israel após a destruição pelos assírios, no oitavo século, foram dispersos em 586 a.C, quando Nabucodonosor destruiu o Templo de Adonai. Os hebreus fugiram para a África. O rei babilônico levou a tribo de Judá em cativeiro.
A presença de hebreus na África data de quase três mil anos, sem comentar dos hebreus que seguiram para a Etiópia seguindo Balkis ou Makeda a rainha de Sabá.
Os hebreus se instalaram em grandes impérios, como nos impérios do Oeste Africano: Songhai, Mali, Gana e Kanem-Bornu. De acordo com inúmeros relatos contemporâneos de visitantes à esta região vários governantes e administradores do império Songhai eram de origem hebraica até Askia Muhammad subir ao poder em 1492 e decretou que todos os hebreus deveriam se converter ao Islã ou saíram da região.
Em 1984, um historiador de Timbuktu chamado Ismael Haidera começou a investigar a sua história familiar. Ele descobriu, em antigos documentos relacionados a sua família, escritos em hebraico e com muitos nomes hebraicos, e concluiu que ele era, de fato, um descendente de hebreu, embora a família tivesse há muitos anos se convertido ao Islã e procurou esconder a suas origens hebréias, um cumprimento da profecia de que os hebreus dispersos viriam a adorar outros deuses. Ele investigou outras famílias em Timbuktu e as aldeias adjacentes, e descobriu origem hebraica. Todos estavam praticando o islamismo, embora houvesse histórias de aldeias onde ritos hebreus foram praticados em segredo. Em 1993 formaram uma sociedade para todos aqueles alegando ancestralidade hebraica, e em 1997 ele transformou a sociedade em um órgão formal administrativo. Os seus objetivos são para recolher e preservar os registros históricos de famílias hebréias na área, para manter os cemitérios onde estão enterrados, e para voltar a estabelecer uma comunidade hebraica na área, embora isto não parecesse implicar a prática religiosa, que seria difícil em um país muçulmano.
Todos os hebreus em Timbuktu foram convertidos ao longo das gerações ao Islã ou ao Cristianismo, recentes pesquisas históricas estão levando várias famílias a descobrirem a religião de seus antepassados. O Culto a YHWH.As poderosas civilizações do Vale do Nilo: Nubia-Kush, Khemet e Axum ainda não foram devidamente estudas. As civilizações da Suméria, Babilônia, Harappan, entre outras e a formação do povo hebreu comprovam que todos os conhecimentos estavam com o povo original: Os Pretos.
Timbuktu - Black African History
Estiveram presentes mais de 50 irmãs e irmãos pretos, entre os convidados o professor de história Jaldemir, o estudante de psicologia Elder Varjão da UFBA, o militante preto Djalma, o sociólogo Valdir Estrela que acompanha todos os eventos do CNNC/BA, a irmã Maura Cristina, a irmã Verônica entre outros.
Agradecemos a presença das famílias dos irmãos Beto, do irmão Alexandre da irmã Tereza, do teólogo Osvaldo, da irmã Rose e suas maravilhosas filhas.
A presença das crianças nos trouxe alegria e alegria, sem crianças não há esperança e continuidade na luta do nosso povo. 
O Pastor da COPTAZION Fredson Oliveira esteve presente e nos trouxe uma palavra inspirada de continuidade da luta como o povo escolhido de Yeshua, e sobre as mentiras das comemorações do Natal com o Papai Noel Branco e o grande consumismo dessa festa.
A todas e todos que participaram da Kwanzaa os agradecimentos da Família Fuloke, do CNNC/BA e da COPATZION.
Concentremo-nos na temática do ano de 2008, celebrada por milhões de pretos e pretas ao redor do planeta: REPARANDO E RENOVANDO O MUNDO. 





Foi uma manhã de confraternização dos cristãos pretos que livremente cantaram, dançaram e louvaram a Yeshua, o Messias, e renovaram os seus votos ao crescimento da Igreja Preta, a divulgação da Teologia Preta, a propagação do Cristianismo de Matriz Africana, ao compromisso da real liberdade do povo preto, as missões de libertação e inserção cada vez maior de combate ao racismo na sociedade e nas igrejas evangélicas.
Irma Kinda, irmã Makini, irmã Aidan,Pastor Fredson, irmã Bete e Sista Dina.
Pastor Fredson, esposa Jaqueline e filha Fernandinha

O CNNC foi a primeira organização no Brasil a divulgar que a origem do cristianismo é africano, através de profundos estudos da história do cristianismo, da história das civilizações do Vale do Nilo, da região conhecida por Magreb e especialmente pelos estudos das Sagradas Escrituras Africanas (Bíblia). Os livros do Primeiro Testamento tiveram como espaço geográfico a África antes de ser separada pelo congloremerado anglo-francês que construiu o canal de Suez. África e Ásia são na verdade uma só extensão territorial e os fatos históricos bíblicos tiveram como atores e atrizes mulheres e homens pretos.
A COPTAZION é a única igreja no Brasil que reconhece e propaga o Cristianismo de Matriz Africana como um dos seus principais alicerces doutrinários.




